58 anos
Natural de Almada.
Vendedor da Revista CAIS desde 2003
Zona de Venda: Almada

António Bruno

Um filme que o tenha marcado e porquê?
“Música no Coração”. Vi-o quando era pequeno e como sou um bocado romântico gostei muito de ver.
Uma música que o tenha marcado?
Venham mais cinco, do Zeca Afonso. Acho que é preciso unirmo-nos todos e dar alento a quem não o tem e esta música transmite esse espírito.
Qual o seu artista favorito? Porquê?
Roberto Carlos. Já fui músico e acho que as letras e os arranjos dos temas dele são muito bons.
O seu maior sonho?
Viver um dia de cada vez. Não sou ambicioso por isso não faço muitos planos.
O que queria ser quando era pequeno?
Queria ter sido camionista porque é uma profissão muito independente.
Qual a razão para se chamar António Bruno?
O meu padrinho deu-me o nome António e o último nome, Bruno, é apelido de família do meu pai.
Qual o seu lema de vida?
Viver o dia a dia, ser livre e fazer os possíveis para não prejudicar ninguém.
Um sabor que lhe traga boas recordações?
Damascos. Quando era pequeno comia muito gelados com sabor a damasco.
Em que país gostaria de viver?
Aqui, em Portugal.
Qual o seu sítio preferido na cidade de Lisboa e porquê?
O Castelo de S. Jorge. Tem uma paisagem muito bonita e eu gosto de cultivar o gosto por edifícios da antiguidade.
A sua maior qualidade?
Ser uma pessoa cumpridora e consciente.
O seu maior defeito?
A preguiça.
Personalidade portuguesa que admira?
Álvaro Cunhal. Era um homem que levava uma vida dedicada aos outros e defendia os mais fracos.
Gosta de ler?
Sim, muito.
Qual é o seu livro favorito?
O Evangelho Segundo Jesus Cristo, de José Saramago. É uma sátira muito bem conseguida em que o autor analisa o que se passou com Jesus Cristo.
Qual é o seu programa televisivo preferido?
O telejornal.
Estação preferida do ano?
O outono.
Que valores lhe tenham transmitido desde sempre e que sejam muito importantes para si?
Ser verdadeiro o mais possível, honesto e sincero.

2016-07-08 em Testemunhos